Em vez de seguir uma ‘teoria da mudança’ linear, que pode limitar o trabalho ambicioso e transformador e reforçar as estruturas de poder existentes, a Alameda adotou uma abordagem diferente.
Por meio de pesquisas e atividades relacionadas, a Alameda constrói redes e nutre relacionamentos, além de disseminar evidências e ideias para moldar debates, estratégias e políticas. Acreditamos que a pesquisa engajada hoje em dia não se trata apenas de produzir conhecimento; ela também é valiosa como meio de criar conexões e formar culturas políticas e morais que possam orientar estratégias de mudança social.
Assim, embora a pesquisa possa produzir percepções imediatas para informar políticas e práticas, seus efeitos sociais mais amplos, que podem expandir significativamente seu valor estratégico, geralmente levam mais tempo para se materializar.
Seu impacto se torna visível por meio das formas como redes, organizações, infraestruturas e relacionamentos mudam e por meio da influência dessas mudanças no discurso e na consciência do público.
É por isso que a Alameda busca a mudança por meio de vários caminhos, com ênfase na experimentação de novas ideias e métodos. Isso nos mantém receptivos aos contextos em mudança, abertos a novas percepções e informações e dispostos a desafiar nossas próprias suposições iniciais.
Em última análise, mudar o mundo não é um processo linear; requer organização coletiva e abertura à contingência.