Felipe Eugênio

CONSELHEIRO - BRASIL

Felipe Eugênio é historiador, ensaísta e editor literário. Desde 2009, é pesquisador da Seção de Cooperação Social da Fundação Oswaldo Cruz (Rio de Janeiro), onde, em colaboração com movimentos sociais, coordena atividades para promover a saúde pública, a arte e a cultura, bem como a governança democrática das favelas. Entre 2005 e 2011, atuou na educação popular na favela de Manguinhos, tanto como professor quanto como coordenador pedagógico. Trabalhando com o programa Educação de Jovens e Adultos e, posteriormente, com a Escola Nacional Florestan Fernandes, orientou trabalhos de conclusão de curso de membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. É fundador e coordenador da Periferia Brasileira de Letras, uma rede de coletivos literários nas periferias de oito capitais brasileiras, que produz pesquisas e ações para fortalecer a ’territorialização‘ das políticas públicas. É editor da Editora Bando Favelofágico, para o qual ele coordena programas de residência para escritores da classe trabalhadora, cujas obras exploram diferentes formas de insurgência política.

Felipe Eugênio

CONSELHEIRO - BRASIL

Felipe Eugênio é historiador, ensaísta e editor literário. Desde 2009, é pesquisador da Seção de Cooperação Social da Fundação Oswaldo Cruz (Rio de Janeiro), onde, em colaboração com movimentos sociais, coordena atividades para promover a saúde pública, a arte e a cultura, bem como a governança democrática das favelas. Entre 2005 e 2011, atuou na educação popular na favela de Manguinhos, tanto como professor quanto como coordenador pedagógico. Trabalhando com o programa Educação de Jovens e Adultos e, posteriormente, com a Escola Nacional Florestan Fernandes, orientou trabalhos de conclusão de curso de membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. É fundador e coordenador da Periferia Brasileira de Letras, uma rede de coletivos literários nas periferias de oito capitais brasileiras, que produz pesquisas e ações para fortalecer a ’territorialização‘ das políticas públicas. É editor da Editora Bando Favelofágico, para o qual ele coordena programas de residência para escritores da classe trabalhadora, cujas obras exploram diferentes formas de insurgência política.